UFMG aprova mecanismo de inclusão para estudantes de escolas públicas e negros
sexta-feira, 16 de maio de 2008, às 9h43
O Conselho Universitário da UFMG aprovou nesta quinta-feira, 15 de maio, a adoção de mecanismo destinado a ampliar a inclusão de alunos egressos de escola pública. A medida prevê a atribuição de adicional de 10% na pontuação obtida, no vestibular, pelos candidatos que freqüentaram escola pública da 5ª série do ensino fundamental ao último ano do ensino médio.
O Conselho Universitário também aprovou o acréscimo de 5% na pontuação no vestibular para estudantes negros que tenham cursando os últimos sete anos de sua formação básica em escolas públicas.
Ainda de acordo com o texto aprovado, a vantagem dessa alternativa é que a universidade pode modular a diferença de desempenho no concurso entre os candidatos, para que eles sejam admitidos nos diversos cursos. Outro ponto relevante é que, como sugerem simulações baseadas nos resultados do concurso de 2006, a utilização do tipo de escola de origem como critério de diferenciação incluiria, necessariamente, entre os beneficiados, estudantes de renda familiar mais baixa e aqueles que se declaram negros.
Um exemplo é o curso de medicina, o mais concorrido nos últimos vestibulares. Dos aprovados, em 2006, 14% estudaram em escolas públicas. Se o bônus tivesse sido aplicado, a proporção seria de 38%.
(Assessoria de Imprensa da UFMG)
sexta-feira, 16 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
América do Sul
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Brasil e o PIB Mundial
A notícia já rodou no início do ano, mas nem todas lideranças sociais sabem da atual situação do país perante a economia mundial. Então, lá vai a notícia completa. O Banco Mundial possui um programa de comparação internacional (PCI), envolvendo 146 países. Pela comparação do poder de compra, o País passou de 7º para 6º no ranking mundial e é responsável por metade da economia da América do Sul e por quase dois terços dos gastos governamentais da região.O Brasil aparece em sexto lugar, com o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, junto a Grã-Bretanha, França, Rússia e Itália. Na medida convencional, o Brasil é sétima economia, com 2% do PIB, junto a Índia, Rússia e México.Sobre "paridade do poder de compra": ao invés de converter o PIB do país em dólares, foi usada a paridade, que expressa os valores das moedas locais. Dessa forma, segundo a entidade, “os números refletem o valor real de cada economia, com as diferenças sendo corrigidas em níveis de preços sem que sejam afetadas por movimentos transitórios de taxas cambiais”. Ainda segundo o Banco Mundial, pelo critério da paridade, a China, em vez do quarto lugar na economia mundial, fica no segundo posto. A economia mundial produziu US$ 55 trilhões em mercadorias e serviços em 2005, sendo quase 40% deste valor oriundos de países em desenvolvimento. Pouco mais de 20% vêm de China, Índia, Rússia, Brasil e México. Os EUA seguem no topo do ranking, mas com uma economia menor. Enquanto pelo sistema cambial o país tem o equivalente a 28% do PIB mundial, pela paridade, tida como mais realista, tem 23%.fonte: blog do Rudá Ricci
quinta-feira, 27 de março de 2008
Uma revolução silenciosa
Não me ocorre definição melhor para o que está acontecendo no Brasil. Uma boa notícia nos jornais de hoje deixa explícitos os resultados de um conjunto de medidas acertadas, adotadas em cinco anos de governo Lula, rumo ao desenvolvimento econômico sólido de nosso país. Estudo recente encomendado por uma instituição financeira internacional, em parceria com o Instituto Ipsos, mostra que o número de brasileiros pertencentes à classe C cresceu em 20 milhões de pessoas. Assim, a classe C já representa hoje 46% da nação, nada menos que 86 milhões de brasileiros com renda média mensal de R$ 1.062.O mais expressivo que vejo nisso é que esse salto, óbvio, ocorre das classe E e D para a C, uma ascensão social sem precedentes, em termos numéricos, na vida da nação brasileira. Esses bons frutos, como a própria pesquisa constatou, estão atrelados ao aumento do emprego, do crédito na praça, de menores preços para bens duráveis e, lógico, de programas sociais como o Bolsa Família que deixam milhares fora da linha da extrema pobreza.
Portanto, meus caros, vamos afastar de vez os pessimistas que falam em limitação do crédito, em refrear o consumo, aumentar os juros, cortar gastos sociais (que são investimentos) e têm pesadelo com a inflação. Essa mudança é apenas o começo. Temos um potencial econômico enorme e o cenário atual se mantém promissor mesmo diante da crise nos EUA. O próprio estudo aponta que “o bem-estar da sociedade brasileira passa por uma pequena revolução”, uma revolução silenciosa, mas representativa na busca por uma melhor distribuição de renda.
E, por medida de Justiça, vamos dar razão ao presidente Lula em uma de suas mais famosas frases, satirizada pela mídia: "nunca antes, na história deste país......" que eu completo destacando, houve um processo de inclusão social com a absorção de tantos milhões de pessoas.
fonte: http://www.zedirceu.com.br/
sexta-feira, 21 de março de 2008
Esquerda e direita
O Dom Quixote do sertãoArtigo de ARIANO SUASSUNA, escritor paraibano, autor de "O Auto da Compadecida"
Não concordo com a afirmação, hoje muito comum, de que não mais existem esquerda e direita. Acho até que quem diz isso normalmente é de direita.
Talvez eu pense assim porque mantenho, ainda hoje, uma visão religiosa do mundo e do homem, visão que, muito moço, alguns mestres me ajudaram a encontrar. Entre eles, talvez os mais importantes tenham sido Dostoiévski e aquela grande mulher que foi santa Teresa de Ávila.
Como conseqüência, também minha visão política tem substrato religioso. Olhando para o futuro, acredito que enquanto houver um desvalido, enquanto perdurar a injustiça com os infortunados de qualquer natureza, teremos que pensar e repensar a história em termos de esquerda e direita.
Temos também que olhar para trás e constatar que Herodes e Pilatos eram de direita, enquanto o Cristo e são João Batista eram de esquerda. Judas inicialmente era da esquerda. Traiu e passou para o outro lado: o de Barrabás, aquele criminoso que, com apoio da direita e do povo por ela enganado, na primeira grande "assembléia geral" da história moderna, ganhou contra o Cristo uma eleição decisiva.
De esquerda eram também os apóstolos que estabeleceram a primeira comunidade cristã, em bases muito parecidas com as do pré-socialismo organizado em Canudos por Antônio Conselheiro. Para demonstrar isso, basta comparar o texto de são Lucas, nos "Atos dos Apóstolos", com o de Euclydes da Cunha em "Os Sertões". Escreve o primeiro: "Ninguém considerava exclusivamente seu o que possuía, mas tudo entre eles era comum. Não havia entre eles necessitado algum. Os que possuíam terras e casas, vendiam-nas, traziam os valores das vendas e os depunham aos pés dos apóstolos. Distribuía-se, então, a cada um, segundo a sua necessidade". Afirma o segundo, sobre o pré-socialismo dos seguidores de Antônio Conselheiro: "A propriedade tornou-se-lhes uma forma exagerada do coletivismo tribal dos beduínos: apropriação pessoal apenas de objetos móveis e das casas, comunidade absoluta da terra, das pastagens, dos rebanhos e dos escassos produtos das culturas, cujos donos recebiam exígua quota parte, revertendo o resto para a companhia" (isto é, para a comunidade).
Concluo recordando que, no Brasil atual, outra maneira fácil de manter clara a distinção é a seguinte: quem é de esquerda, luta para manter a soberania nacional e é socialista; quem é de direita, é entreguista e capitalista. Quem, na sua visão do social, coloca a ênfase na justiça, é de esquerda. Quem a coloca na eficácia e no lucro, é de direita.
Publicado na Folha de São Paulo
O que é ser de Esquerda?

Por vezes nos supreendemos com definições que se encaixam perfeitamente naquilo que pensamos e falamos, e o texto abaixo é um deles.
“O que é ser de esquerda? (...) hoje em dia, a mais aceita nos meios de intelectuais e acadêmicos é de que ‘esquerdistas’ são os partidários da melhoria das condições de vida da maioria da população, enquanto ‘direitistas’ são os partidários da conservação dos privilégios das elites tradicionais. No entanto, acredito que ser de ‘esquerda’ vai muinto além disso. Vai muito além de uma definição acadêmica que pode ser difinida numa roda de intelectuais. Para mim, ser de ‘esquerda’ é amor. Amor ao próximo, ao distante, ao que nunca viu. Vai muito além de usar a camiseta do Che Guevara, escutar Geraldo Vandré, deixar a barba crescer. Ser de ‘esquerda’ é um estado de espírito. È a inquietude, o sino que toca nos corações dos mais velhos aos mais jovens clamando por uma melhoria nas condições de vida dos oprimidos. Mas principalmente ser de ‘esquerda’ significa vontade. É dar tudo de si em cada tarefa que executa para o bem do próximo, é se dedicar de corpo e alma à libertação do spovos, é sempre se perguntar se está fazendo o suficiente. È entender que a nossa história precisa de heróis e sem pestanejar habilitar-se para o cargo. È entender que sua vida não tem sentido outro senão o de fazer desta Terra a pátria do homem...
Por Thiago Ávila, publicado na Revista Caros Amigos, ano XI, número 121, Abril de 2007.
“O que é ser de esquerda? (...) hoje em dia, a mais aceita nos meios de intelectuais e acadêmicos é de que ‘esquerdistas’ são os partidários da melhoria das condições de vida da maioria da população, enquanto ‘direitistas’ são os partidários da conservação dos privilégios das elites tradicionais. No entanto, acredito que ser de ‘esquerda’ vai muinto além disso. Vai muito além de uma definição acadêmica que pode ser difinida numa roda de intelectuais. Para mim, ser de ‘esquerda’ é amor. Amor ao próximo, ao distante, ao que nunca viu. Vai muito além de usar a camiseta do Che Guevara, escutar Geraldo Vandré, deixar a barba crescer. Ser de ‘esquerda’ é um estado de espírito. È a inquietude, o sino que toca nos corações dos mais velhos aos mais jovens clamando por uma melhoria nas condições de vida dos oprimidos. Mas principalmente ser de ‘esquerda’ significa vontade. É dar tudo de si em cada tarefa que executa para o bem do próximo, é se dedicar de corpo e alma à libertação do spovos, é sempre se perguntar se está fazendo o suficiente. È entender que a nossa história precisa de heróis e sem pestanejar habilitar-se para o cargo. È entender que sua vida não tem sentido outro senão o de fazer desta Terra a pátria do homem...
Por Thiago Ávila, publicado na Revista Caros Amigos, ano XI, número 121, Abril de 2007.
domingo, 16 de março de 2008
Viagem de formatura
por Rosely Sayão
Alguns internautas solicitaram abordar o tema das viagens de formatura. Apesar de, como observou uma leitora, eu já ter escrito sobre o assunto, vamos analisar sob outra perspectiva hoje.
Ante de tudo quero fazer um alerta aos pais e escolas: algumas – eu realmente não sei se algumas ou muitas – agências de turismo, que coordenam e organizam essas viagens, têm agido de modo nada adequado com os adolescentes. Algumas procuram saber quem são os alunos representantes ou líderes de sala e os aliciam – tanto no sentido de seduzir quanto no de oferecer suborno - para que façam o trabalho de convencer os colegas a querer o passeio.
Os recursos que elas oferecem são, pelo menos os que chegaram ao meu conhecimento: dar brindes de todos os tipos, oferecer a viagem de graça para quem consegue convencer certa quantidade de colegas a se inscreverem para a viagem, dar presentes e mordomias chamadas VIPs etc. Quando não dão esse passo, os agentes esperam os alunos na saída da aula e chegam com um discurso pra lá de persuasivo e sedutor. Vamos falar a verdade: fica bem difícil confiar filhos a agências que agem dessa maneira com os jovens, não é verdade?
Outra coisa: os monitores são muito jovens. Quase tão jovens quanto os próprios estudantes. Segundo um funcionário de uma das agências, isso é muito bom porque eles têm energia suficiente para acompanhar a moçada que adora virar a noite acordada. Com monitores tão novos os estudantes ficam bem à vontade e quase sem contenção alguma para seus impulsos e tentações.
Agora, vamos pensar na viagem em si como comemoração do fim de um ciclo. Festejar a finalização de uma etapa nos estudos é bem interessante, quase um rito de passagem: despedida de pessoas que conviveram por vários anos, confraternização com professores, comemoração com a família que tanto colaborou nesse trajeto etc. Mas a viagem não promove nada disso: é uma festa apenas para os colegas. Que, por sinal, vão para a viagem a fim de farrear. E só.
Sabemos que os ritos de passagem são cerimônias que ajudam no crescimento e amadurecimento de jovens que vencem etapas na vida porque apontam o que está por vir e facilitam a transição. As viagens, do modo como têm sido programadas, parece que colaboram para que os estudantes só vejam o que acabou e queiram se esbaldar nisso. Está mais para despedida de solteiro, que faz o homem desfrutar sem medida tudo o que está a renunciar, não é mesmo?
Creio que essas viagens só fazem sucesso porque nossa sociedade simplesmente aboliu os ritos de passagem tão úteis aos mais novos. Talvez seja este um bom momento para repensarmos nosso papel nessa questão.
Escrito por Rosely Sayão
blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/
Alguns internautas solicitaram abordar o tema das viagens de formatura. Apesar de, como observou uma leitora, eu já ter escrito sobre o assunto, vamos analisar sob outra perspectiva hoje.
Ante de tudo quero fazer um alerta aos pais e escolas: algumas – eu realmente não sei se algumas ou muitas – agências de turismo, que coordenam e organizam essas viagens, têm agido de modo nada adequado com os adolescentes. Algumas procuram saber quem são os alunos representantes ou líderes de sala e os aliciam – tanto no sentido de seduzir quanto no de oferecer suborno - para que façam o trabalho de convencer os colegas a querer o passeio.
Os recursos que elas oferecem são, pelo menos os que chegaram ao meu conhecimento: dar brindes de todos os tipos, oferecer a viagem de graça para quem consegue convencer certa quantidade de colegas a se inscreverem para a viagem, dar presentes e mordomias chamadas VIPs etc. Quando não dão esse passo, os agentes esperam os alunos na saída da aula e chegam com um discurso pra lá de persuasivo e sedutor. Vamos falar a verdade: fica bem difícil confiar filhos a agências que agem dessa maneira com os jovens, não é verdade?
Outra coisa: os monitores são muito jovens. Quase tão jovens quanto os próprios estudantes. Segundo um funcionário de uma das agências, isso é muito bom porque eles têm energia suficiente para acompanhar a moçada que adora virar a noite acordada. Com monitores tão novos os estudantes ficam bem à vontade e quase sem contenção alguma para seus impulsos e tentações.
Agora, vamos pensar na viagem em si como comemoração do fim de um ciclo. Festejar a finalização de uma etapa nos estudos é bem interessante, quase um rito de passagem: despedida de pessoas que conviveram por vários anos, confraternização com professores, comemoração com a família que tanto colaborou nesse trajeto etc. Mas a viagem não promove nada disso: é uma festa apenas para os colegas. Que, por sinal, vão para a viagem a fim de farrear. E só.
Sabemos que os ritos de passagem são cerimônias que ajudam no crescimento e amadurecimento de jovens que vencem etapas na vida porque apontam o que está por vir e facilitam a transição. As viagens, do modo como têm sido programadas, parece que colaboram para que os estudantes só vejam o que acabou e queiram se esbaldar nisso. Está mais para despedida de solteiro, que faz o homem desfrutar sem medida tudo o que está a renunciar, não é mesmo?
Creio que essas viagens só fazem sucesso porque nossa sociedade simplesmente aboliu os ritos de passagem tão úteis aos mais novos. Talvez seja este um bom momento para repensarmos nosso papel nessa questão.
Escrito por Rosely Sayão
blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Livros on line no Domínio Público
O "Portal dominiopublico" coloca à disposição uma biblioteca virtual que está sendo uma referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.
Constitui-se de um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.
Veja aqui algumas obras que podem ser lidas ou impressas. Consegui no blog do prof Toni.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
A Carne -Júlio Ribeiro
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Carteira -Machado de Assis
A Cartomante -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
A Chinela Turca -Machado de Assis
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Ela -Machado de Assis
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
A Herança -Machado de Assis
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A melhor das noivas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
A Metamorfose -Franz Kafka
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
A Pianista -Machado de Assis
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
A Segunda Vida -Machado de Assis
A Sereníssima República -Machado de Assis
A Tempestade -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
Adão e Eva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
Antes que Cases -Machado de Assis
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Arte Poética -Aristóteles
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
As Primaveras -Casimiro de Abreu
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Camões -Joaquim Nabuco
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
Conto de Inverno -William Shakespeare
Contos -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Divina Comedia -Dante Alighieri
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Édipo-Rei -Sófocles
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
Eu -Augusto dos Anjos
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. Fernando Pessoa
Helena -Machado de Assis
Iliada -Homero
Iracema -José de Alencar
Júlio César -William Shakespeare
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Macbeth -William Shakespeare
Medida Por Medida -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
O Alienista -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
O Guarani -José de Alencar
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
Obras Seletas -Rui Barbosa
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Os Sertões -Euclides da Cunha
Os Sertões -Euclides da Cunha
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
Ricardo III -William Shakespeare
Romeu e Julieta -William Shakespeare
Senhora -José de Alencar
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
Tito Andrônico -William Shakespeare
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
Constitui-se de um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.
Veja aqui algumas obras que podem ser lidas ou impressas. Consegui no blog do prof Toni.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
A Carne -Júlio Ribeiro
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Carteira -Machado de Assis
A Cartomante -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
A Chinela Turca -Machado de Assis
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Ela -Machado de Assis
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
A Herança -Machado de Assis
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A melhor das noivas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
A Metamorfose -Franz Kafka
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
A Pianista -Machado de Assis
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
A Segunda Vida -Machado de Assis
A Sereníssima República -Machado de Assis
A Tempestade -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
Adão e Eva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
Antes que Cases -Machado de Assis
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Arte Poética -Aristóteles
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
As Primaveras -Casimiro de Abreu
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Camões -Joaquim Nabuco
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
Conto de Inverno -William Shakespeare
Contos -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Divina Comedia -Dante Alighieri
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Édipo-Rei -Sófocles
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
Eu -Augusto dos Anjos
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. Fernando Pessoa
Helena -Machado de Assis
Iliada -Homero
Iracema -José de Alencar
Júlio César -William Shakespeare
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Macbeth -William Shakespeare
Medida Por Medida -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
O Alienista -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
O Guarani -José de Alencar
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
Obras Seletas -Rui Barbosa
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Os Sertões -Euclides da Cunha
Os Sertões -Euclides da Cunha
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
Ricardo III -William Shakespeare
Romeu e Julieta -William Shakespeare
Senhora -José de Alencar
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
Tito Andrônico -William Shakespeare
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Flores de cactos
por Miguel Nicolelis
Em sua coluna de estréia em CartaCapital , o cientista Miguel Nicolelis aponta que a região Nordeste tem tudo para virar a nossa Califórnia. Não poderia ser melhor e mais geográfica.
Para a maioria dos brasileiros, principalmente aqueles que vivem no Sul e Sudeste, qualquer menção ao sertão nordestino imediatamente evoca tradicionais imagens de destituição, miséria, abandono e atraso. Invariavelmente, essas amargas lembranças servem apenas para reforçar a opinião de que uma realidade tão implacável e inóspita jamais se renderá a qualquer política pública ou iniciativa privada que vise ao desenvolvimento da região. Assim, dentro desse estereótipo nacional, nada é capaz de prosperar diante do sol escaldante, o solo seco e os desolados jardins de cactos que dominam a paisagem da Caatinga.
Essa visão fatalista ignora que o sertão nordestino há séculos serve de palco para o desenrolar de um grande épico de sobrevivência, construído dia a dia pela ingenuidade natural e obstinação de todas as formas de vida que lá habitam. Formada por uma vegetação altamente adaptada à falta crônica de água, ornada por uma flora típica e própria, a Caatinga há muito deixou de ser considerada, ao menos em termos botânicos, como uma simples degeneração da Mata Atlântica. Na realidade, trata-se de um dos biomas mais especializados do mundo, parte integral e única do extraordinário patrimônio natural brasileiro.
Todavia, diferentemente da floresta amazônica, do Pantanal, e até mesmo do Cerrado, a Caatinga ainda não encontrou seu espaço próprio na consciência nacional, que vira-e-mexe prefere rejeitá-la, como se fosse uma filha a quem se nega paternidade, nome e pensão.
O fascínio que atrai milhares de brasileiros a visitar as inúmeras e exuberantes praias do Nordeste esvai-se em segundos quando o sertão é mencionado como uma nova provável fronteira de desenvolvimento que começa a se desenhar no horizonte futuro do País. Improvável, respondem de imediato os mais gentis e cautelosos. Impossível, bradam os chamados realistas. Inimaginável, decretam os fatalistas. O que pode crescer e prosperar nesses infindáveis e desolados jardins de cactos, perguntam todos em coro?
Durante uma viagem de alguns dias por muitos recantos extraordinários do interior da Paraíba e do Rio Grande do Norte, encontrei a resposta para esta pergunta. E ela não poderia ser mais singela e simples. São flores, muitas flores, que brotam desses jardins de cactos, outrora abandonados pelo ocaso predito, para colorir a paisagem desse sertão com matizes de esperança e sonho.
E é a partir dessas ainda frágeis florescências, tão inesperadas quanto belas, que desabrocha a concreta sensação, para quem o visita, de que o destino do Nordeste brasileiro, dado como natimorto inviável, pode se transformar numa inesperada fronteira de desenvolvimento e progresso, com repercussões significativas para todo o Brasil e o mundo. Em bom português, para quem tem olhos e quer ver, o Nordeste pode e tem tudo para se transformar na nossa Califórnia.
Os primeiros sinais do que está por vir podem ser obtidos no interior paraibano, nas primeiras plantações experimentais do pinhão-manso (Jatropha curcas), uma planta oleaginosa que cresce nos tabuleiros do sertão, muito bem adaptada à falta d’água crônica. Num futuro próximo, essa e outras culturas, valendo-se do casamento da moderna biotecnologia com uma nova agricultura do Semi-Árido, podem transformar as terras do sertão na maior usina de biocombustível do mundo. E, no processo, revolucionar o desenvolvimento econômico e social da região.
Exemplos como esse proliferam pelo sertão. Somado ao acesso à tecnologia, tem provocado mudanças no cotidiano dos habitantes. É como conta Gustavo, estudante de um vilarejo chamado Residência, no Rio Grande do Norte. Primeiro, diz ele, chegou a água, depois a eletricidade. Daí chegaram as antenas parabólicas e a televisão. Por isso, do Brasil ele sabe tudo e para tudo tem uma opinião. Dos problemas do tráfego aéreo à criminalidade das grandes cidades, Gustavo está a par da agenda nacional. Para o menino, o sertão está muito bom e só tende a melhorar. Assentindo em silêncio, procurei gravar cada detalhe daquela florada humana desabrochando, ali, no lugar onde poucos imaginaram que cacto também desse flor.
Clique aqui para saber um pouquinho mais sobre esse cientista brasileiro e aqui para saber um pouco do que ele pensa.
Em sua coluna de estréia em CartaCapital , o cientista Miguel Nicolelis aponta que a região Nordeste tem tudo para virar a nossa Califórnia. Não poderia ser melhor e mais geográfica.
Para a maioria dos brasileiros, principalmente aqueles que vivem no Sul e Sudeste, qualquer menção ao sertão nordestino imediatamente evoca tradicionais imagens de destituição, miséria, abandono e atraso. Invariavelmente, essas amargas lembranças servem apenas para reforçar a opinião de que uma realidade tão implacável e inóspita jamais se renderá a qualquer política pública ou iniciativa privada que vise ao desenvolvimento da região. Assim, dentro desse estereótipo nacional, nada é capaz de prosperar diante do sol escaldante, o solo seco e os desolados jardins de cactos que dominam a paisagem da Caatinga.
Essa visão fatalista ignora que o sertão nordestino há séculos serve de palco para o desenrolar de um grande épico de sobrevivência, construído dia a dia pela ingenuidade natural e obstinação de todas as formas de vida que lá habitam. Formada por uma vegetação altamente adaptada à falta crônica de água, ornada por uma flora típica e própria, a Caatinga há muito deixou de ser considerada, ao menos em termos botânicos, como uma simples degeneração da Mata Atlântica. Na realidade, trata-se de um dos biomas mais especializados do mundo, parte integral e única do extraordinário patrimônio natural brasileiro.
Todavia, diferentemente da floresta amazônica, do Pantanal, e até mesmo do Cerrado, a Caatinga ainda não encontrou seu espaço próprio na consciência nacional, que vira-e-mexe prefere rejeitá-la, como se fosse uma filha a quem se nega paternidade, nome e pensão.
O fascínio que atrai milhares de brasileiros a visitar as inúmeras e exuberantes praias do Nordeste esvai-se em segundos quando o sertão é mencionado como uma nova provável fronteira de desenvolvimento que começa a se desenhar no horizonte futuro do País. Improvável, respondem de imediato os mais gentis e cautelosos. Impossível, bradam os chamados realistas. Inimaginável, decretam os fatalistas. O que pode crescer e prosperar nesses infindáveis e desolados jardins de cactos, perguntam todos em coro?
Durante uma viagem de alguns dias por muitos recantos extraordinários do interior da Paraíba e do Rio Grande do Norte, encontrei a resposta para esta pergunta. E ela não poderia ser mais singela e simples. São flores, muitas flores, que brotam desses jardins de cactos, outrora abandonados pelo ocaso predito, para colorir a paisagem desse sertão com matizes de esperança e sonho.
E é a partir dessas ainda frágeis florescências, tão inesperadas quanto belas, que desabrocha a concreta sensação, para quem o visita, de que o destino do Nordeste brasileiro, dado como natimorto inviável, pode se transformar numa inesperada fronteira de desenvolvimento e progresso, com repercussões significativas para todo o Brasil e o mundo. Em bom português, para quem tem olhos e quer ver, o Nordeste pode e tem tudo para se transformar na nossa Califórnia.
Os primeiros sinais do que está por vir podem ser obtidos no interior paraibano, nas primeiras plantações experimentais do pinhão-manso (Jatropha curcas), uma planta oleaginosa que cresce nos tabuleiros do sertão, muito bem adaptada à falta d’água crônica. Num futuro próximo, essa e outras culturas, valendo-se do casamento da moderna biotecnologia com uma nova agricultura do Semi-Árido, podem transformar as terras do sertão na maior usina de biocombustível do mundo. E, no processo, revolucionar o desenvolvimento econômico e social da região.
Exemplos como esse proliferam pelo sertão. Somado ao acesso à tecnologia, tem provocado mudanças no cotidiano dos habitantes. É como conta Gustavo, estudante de um vilarejo chamado Residência, no Rio Grande do Norte. Primeiro, diz ele, chegou a água, depois a eletricidade. Daí chegaram as antenas parabólicas e a televisão. Por isso, do Brasil ele sabe tudo e para tudo tem uma opinião. Dos problemas do tráfego aéreo à criminalidade das grandes cidades, Gustavo está a par da agenda nacional. Para o menino, o sertão está muito bom e só tende a melhorar. Assentindo em silêncio, procurei gravar cada detalhe daquela florada humana desabrochando, ali, no lugar onde poucos imaginaram que cacto também desse flor.
Clique aqui para saber um pouquinho mais sobre esse cientista brasileiro e aqui para saber um pouco do que ele pensa.
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